acorda devagarinho morena
e diz que eu não devo derramar no piano o pranto,
que como um véu de pano,
aquece o meu sono; me liga às quatro da manhã,
e diz que era engano, te amo, te amo,
mesmo pisando no meu coração...
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a sabiá-coleira arrulha na minha janela de manhã;
vai embora passarim, traga de volta o meu amor
sem dizer aonde estou, diz a ela que não vou
não vou não, só vou amanhã, se não chover, amanhã; depois.
quinta-feira, 13 de agosto de 2009
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Um comentário:
ed habbit é uma fera
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